[et_social_follow icon_style="simple" icon_shape="circle" icons_location="top" col_number="auto" spacing="true" outer_color="dark"]

Leis precisam estar preparadas para avanço tecnológico, afirma Pansera

Em audiência pública na Câmara dos Deputados sobre o potencial da internet das coisas, o ministro defendeu a necessidade de uma legislação que não seja empecilho à ciência, tecnologia e inovação.   O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Celso Pansera, defendeu nesta quinta-feira (26), na Câmara dos Deputados, a necessidade de as leis brasileiras voltadas para a ciência, tecnologia e inovação (CT&I) não se tornarem um empecilho para o avanço do setor no País. Em audiência pública sobre o potencial da internet das coisas para o Brasil na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI), o titular do MCTI ressaltou que a legislação precisa estar preparada para interpretar os avanços tecnológicos. “Nós precisamos que as leis voltadas para a área sejam as mais abertas possíveis para que a cada avanço do ponto de vista tecnológico a lei não sirva de barreira, e que esse avanço encontre a lei preparada para interpretá-lo. Temos que ter a mente aberta para aprender a fazer leis mais enxutas e objetivas que amarrem menos as coisas”, ressaltou. Na avaliação de Pansera, o setor precisa de liberdade para promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil. “Temos uma tradição de regulamentar tudo excessivamente, e muitas vezes quando se tem uma mudança de paradigma a lei acaba ficando ultrapassada ou criando entraves para que a sociedade avance. O setor de tecnologia precisa de muita liberdade para trabalhar porque rompe com os paradigmas muito facilmente”, disse. Marco legal Durante a audiência, o ministro recebeu a confirmação do presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), de que a votação do Projeto de Lei da Câmara...

Fetep e Itfetep lançam revista comemorativa

Nesta quinta-feira (19), às 20h, aconteceu o lançamento oficial da Revista Institucional da Fundação de Ensino, tecnologia e Pesquisa (Fetep) e da Incubadora Tecnológica (Itfetep), na cidade de São Bento do Sul. A publicação tem 50 páginas, foi assinada pela jornalista Mariana Woj e tem como objetivo resgatar a história de 40 anos da Fetep e 10 anos da Itfetep. Entre os presentes estavam autoridades públicas municipais, instituições de educação e pesquisa e formadores de opinião. Em um primeiro momento foram impressos mil e quinhentos exemplares. Além disso, ela também está disponível na versão digital no http://zip.net/bbspS5 Sobre a Itfetep A Itfetep atua com competência e excelência no estímulo aos novos negócios, sendo reconhecida como uma das 20 melhores Incubadoras do Brasil, segundo pesquisa mundial da UBI Index (Suécia).       Fonte:...

Santa Catarina terá incubadora de agroindústrias

Experiências implantadas no México e no Canadá vão inspirar a implantação de projeto no Estado que visa agregar valor para a produção da agricultura familiar O secretário adjunto de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, e o secretário executivo do Programa SC Rural, Júlio Bodanese, conheceram de perto a experiência do México e do Canadá com incubadoras de agroindústrias e decidiram implantar o sistema em Santa Catarina. De acordo com Spies, agora está sendo feito o estudo de viabilidade de um CVA (Centro de Valor Agregado) que poderá ser instalado em alguma das estruturas existentes da Epagri já em 2016. “Poderíamos ter uma incubadora de agroindústrias ainda nessa fase do SC Rural e incluir a proposta de ampliação do projeto no próximo SC Rural”, projetou Spies. A ideia é ter o primeiro CVA funcionando no próximo ano e, depois, ampliar com outros centros pelo Estado. O SC Rural tem a meta de estimular o desenvolvimento de até 500 agroindústrias familiares em Santa Catarina até setembro de 2016. O principal ganho com o projeto de uma rede de incubadoras de agroindústrias é que a produção da agricultura familiar do Estado conseguiria, desta forma, agregar valor através da industrialização. “As incubadoras são realidade em outros setores da economia no Brasil e em Santa Catarina, como na área de tecnologia da informação, mas são uma inovação quando falamos de agroindústrias”, observou Spies. Exemplos no exterior A base para a inovação deste novo perfil de incubadoras no Estado é o CVA mexicano, instalado no Estado de Jalisco, e a incubadora de agroindústrias canadense que funciona na província de Alberta. Nos dois casos, essas estruturas abrigam cerca de 10 pequenas agroindústrias...

Sebrae divulga resultado do Edital Cerne

O Sebrae divulgou nesta segunda-feira (24) o resultado do Edital Cerne 01/2015. Lançado em fevereiro deste ano, o edital prevê aporte financeiro total de R$ 28,8 milhões, destinado à implantação do Cerne 1 e do Cerne 2 em incubadoras brasileiras, além da certificação dessas instituições como Centros de Referência para Apoio a Novos Empreendimentos. Ao todo, 91 incubadoras foram contempladas, em todas as regiões do país. A partir de agora, os Sebraes estaduais e do Distrito Federal entrarão em contato com as incubadoras para formalizar o Convênio entre as partes. Fruto de uma parceria entre a Anprotec e o Sebrae, o Cerne é um modelo de gestão que visa promover a melhoria expressiva nos resultados das incubadoras de diferentes setores de atuação. Para isso, determina boas práticas a serem adotadas em diversos processos-chave, que estão associados a níveis de maturidade (Cerne 1, Cerne 2, Cerne 3 e Cerne 4). Cada nível de maturidade representa um passo da incubadora em direção à melhoria contínua. Para a presidente da Anprotec, Francilene Garcia, esse é o momento de celebrar a parceria com o Sebrae e se preparar para mudar o cenário negativo da economia, por meio do apoio ao empreendedorismo e à inovação. “Tem uma parte desse Brasil que dá certo. Vamos focar nos desafios e nas oportunidades desse Brasil para que consigamos retomar nosso crescimento”, afirma. Confira o resultado. Saiba mais sobre o edital.   Fonte:...

Geração TEC abre mais de 700 vagas em 14 cidades

O Geração TEC, programa da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), está disponibilizando mais de 700 vagas em cursos gratuitos para jovens acima de 17 anos que queiram trabalhar com tecnologia. Em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), serão 22 cursos em 14 cidades catarinenses. “São cursos de E-commerce, Marketing Digital e Redes Sociais, com 56 horas de duração cada. O Governo do Estado está investindo nas capacitações para, assim, formar profissionais mais preparados para o mercado de trabalho”, afirma o secretário da SDS, Carlos Chiodini. As inscrições devem ser feitas até dia 1º de setembro no site: www.geracaotec.sc.gov.br . Os inscritos terão que fazer um teste de seleção no dia 3 de setembro, às 14h para cursos no período vespertino e às 19h para cursos no período noturno. É necessário ter concluído ou estar cursando o último ano do ensino médio, conhecimentos em matemática e raciocínio lógico e noções intermediárias do uso de ferramentas na Internet. Terão prioridade aqueles que não participaram do Geração TEC. Os cursos de E-commerce são oferecidos para Florianópolis, São José e Joinville. As aulas de Marketing Digital serão aplicadas em Florianópolis, Brusque, Palhoça, Chapecó, Criciúma, Jaraguá do Sul, Lages, Joinville, Tubarão e Rio do Sul. Já as capacitações em Redes Sociais serão realizadas em Florianópolis, Criciúma, Itajaí, Palhoça, Joaçaba, Joinville e São Bento do Sul. Fonte: Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico...

Sebrae/SC Estabelece novos níveis de contrapartida para Edital Sebrae/Anprotec 2015

A Diretoria Executiva do Sebrae/SC em atenção ao pleito apresentado pela Recepeti e pelos Gestores de Incubadoras do Estado de Santa Catarina, definiu novos níveis de participação financeira e econômica das incubadoras nos projetos submetidos em atenção ao Edital Sebrae/Anprotec 2015. Desta maneira, aplicar-se-ão os seguintes limites aos projetos submetidos ao Edital supra: 1. A participação do Sebrae/SC está limitada ao aporte de recursos financeiros de até 70% do valor total do projeto. 2. As contrapartidas do parceiro deverão ser de, no mínimo 30% do valor total do projeto, e poderá ser composta de parcela financeira e parcela econômica. A parcela econômica não poderá ultrapassar o limite de 50% do total das contrapartidas que o parceiro aportar ao projeto. Serão aceitos como itens de contrapartida: CONTRAPARTIDAS FINANCEIRAS: · Até 20% do salário bruto do Gestor da Incubadora com a apresentação das cópias dos respectivos demonstrativos de pagamento mensais; · Até 20% do salário bruto de pessoa com função auxiliar na gestão da Incubadora com a apresentação das cópias dos respectivos demonstrativos de pagamento mensais; · Despesas realizadas e comprovadas mediante cópia de nota fiscal em nome da incubadora, mesmo que pagas com recursos de entidades parceiras da incubadora e desde que compatíveis com o objeto do projeto apresentado e do convênio que será celebrado; CONTRAPARTIDAS ECONÔMICAS: · Despesas de manutenção da incubadora, tais como energia elétrica, água, telecomunicações, manutenção predial, etc; Aplicar-se-ão aos projetos a serem submetidos e aos convênios a serem celebrados em decorrência do Edital, todas as condições definidas na Instrução Normativa IN 20 oo do Sebrae/SC, com exceção do disposto no item 5.1.   MARCOS REGUEIRA...