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Inovação tecnológica: conheça o case de sucesso da parceria entre a Tekoa e a IXL

Durante a primeira edição do programa 10X no Brasil as duas empresas se aproximaram e começaram a desenvolver uma parceria focada no crescimento de clientes por meio da inovação Santa Catarina ocupa um lugar de destaque quando o assunto é inovação tecnológica. O Estado vem chamando a atenção de empresas ligadas ao segmento de TI e, com um investimento cada vez maior na área, vários polos estão se expandindo, com destaque para as iniciativas originadas em cidades como Florianópolis e Joinville. Dentre as empresas do setor com sede em Florianópolis, uma marca que se destaca por trabalhar a inovação a partir da experiência do consumidor é a Tekoa. Para atingir os melhores resultados, a Tekoa trabalha a inovação utilizando metodologia própria que foca o cliente no centro de todas as estratégias. No caminho da inovação, a Tekoa e a IXL, consultoria global de inovação sediada em Boston (EUA), tem um ponto em comum: acelerar o crescimento dos seus clientes. Inovação é uma questão de crescimento Conectar parcerias para cobrir lacunas de crescimento e buscar novas fontes de receita é outro dos pontos em comum entre a Tekoa e a IXL. A aproximação entre as duas empresas ocorreu no primeiro programa de aceleração 10X no Brasil, que foi promovido em Florianópolis no segundo semestre de 2018. O programa 10X tem o objetivo de incentivar o crescimento de empresas por meio da inovação. Em outras palavras, a ideia é aumentar o resultado das companhias em 10 vezes baseando-se em objetivos ambiciosos, ideias disruptivas e equipes engajadas. A metodologia foi desenvolvida por Hitendra Patel, fundador da IXL Center, e adotada por mais de 700...

Ministro Marcos Pontes quer replicar modelo de ecossistema de inovação catarinense

4 de abril de 2019 O titular do MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações), Marcos Pontes, analisa a possibilidade de estender o modelo de inovação catarinense a outros estados brasileiros. Na visita ao estado (29/03) – a segunda desde sua posse – ele recebeu, das mãos do governador Carlos Moisés, documento em que solicita apoio do MCTIC para fortalecer o  ecossistema de inovação de Santa Catarina, a fim de garantir o melhor funcionamento possível da Rede de Centros de Inovação do Estado. “O ministro colocou o MCTIC à disposição para fomentar nosso ecossistema por ter ficado impressionado com o estágio de desenvolvimento do Estado”, disse Fábio Zabot Holthausen, presidente da FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina). Juntamente com o secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, e outras autoridades,  Holthausen acompanhou a visita iniciada pelo Sapiens Parque, em Florianópolis, com parada na Casa d’Agronômica,  e concluída em Criciúma, na  Unesc (Universidade do Extremo Sul Catarinense). Na Satc (Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina), a comitiva visitou os laboratórios de mecânica, Pronto 3D, Cocreation Lab, e os projetos AeroSatc e o carro elétrico Inowattis. “Procuramos mostrar um pouco da inovação que a Satc está promovendo, apresentando os projetos que são realizados aqui”, ressaltou o diretor executivo da Satc, Fernando Luiz Zancan. No Centro Tecnológico da Satc foi mostrada a planta piloto que está sendo finalizada para a captura de CO2. Projetos desenvolvidos no Centro são oriundos de parcerias com o próprio Ministério de Ciência e Tecnologia, FAPESC e Finep (Financiadora de Inovação e Pesquisa). A visita do ministro marca os 60 anos de fundação da instituição – que serão...

Empresas do estado podem receber benefício governamental para inovação

Prodec prevê postergação do ICMS e incentiva empresas a colocarem em prática projetos adiados em razão da crise Empreendimentos industriais de Santa Catarina que pretendem expandir ou investir em modernização e inovação podem aproveitar incentivo do Governo do Estado, por meio do Prodec – Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense. O incentivo se caracteriza como postergação de parte do imposto incremental, calculado sobre o valor do ICMS a ser gerado pelo novo projeto e, dessa forma, pode ser comparado a um recurso de financiamento de capital de giro, de longo prazo e de baixíssimo custo financeiro. A consultora Ilisangela Mais, que atua com a elaboração de projetos e todo o acompanhamento da tramitação dos processos de benefícios, afirma que o programa é ideal para empresas que, após a crise dos últimos anos, esperam crescimento entre 2017 e 2018. “A crise pode ter um lado positivo. Com a retomada do crescimento e os juros em queda, muitas empresas estão tirando da gaveta projetos para expansão e modernização ou inovação que foram adiados nos últimos anos. Este momento é ideal para agregar o benefício do Prodec, uma vez que o mesmo se torna efetivo na medida em que a empresa investe e amplia seu faturamento”, explica Ilisangela. Um dos casos em que a consultora atuou é de uma empresa do ramo têxtil que conseguiu R$ 72 milhões do Prodec com base em seus investimentos destinados a modernização, inovação e ampliação da capacidade produtiva. “A postergação do ICMS diminui a pressão sobre o capital de giro da empresa, que utiliza os desembolsos já planejados para o desenvolvimento dos seus projetos como base...